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Governar a cidade e servir o rei : A oligarquia concelhia em Évora em tempos medievais (1367-1433)

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ISBN: 9791036512339 DOI: 10.4000/books.cidehus.3288 Language: Portuguese
Publisher: Publicações do Cidehus
Subject: History
Added to DOAB on : 2019-12-06 13:15:27
License: OpenEdition Licence for Books

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Abstract

Governar a cidade e servir o rei é um estudo sobre o grupo dirigente que controlou o poder municipal, em Évora num período de cerca de 70 anos, correspondente aos reinados de D. Fernando e D. João I, passando pela crise dinástica de 1383-1385. Trata-se de uma análise dinâmica que levou, naturalmente, em consideração um contexto muito especial, vivido de forma intensa numa cidade que teve, como se sabe, um papel fulcral em todo o processo que conduziu o Mestre de Avis à coroa. Esse contexto, que o estudo enfatiza, não foi indiferente para os rumos da governação municipal, nem para os destinos daqueles que dirigiam a cidade, que, na maior parte dos casos, estiveram de forma desassombrada ao lado do mestre, não lhe negando o seu apoio militar e financeiro. Um tal posicionamento não só permitiu a esse grupo de famílias ligadas à governação reforçar a sua capacidade de controlo sobre o poder municipal, como acabou também por se constituir como a pedra de toque da sua ascenção social. O protagonismo assumido, nesses anos de fogo, à frente de uma cidade que conheceu, neste transcurso temporal, uma forte elevação no quadro político do reino, e que fez dela uma das principais cidades cortesãs, constituiu um impulso para esse grupo de famílias, em que se destacam os Lobo, os d'Arca, os Fuseiro, os Oliveira, os Façanha ou os Arnalho, permitindo-lhes iniciar ou acelerar processos de mobilidade social ascendente que, em alguns casos, os colocou no seio dos grupos nobiliárquicos. Neste sentido, o trabalho que agora chega a um público mais alargado é não só um estudo sobre o controlo do poder, mas também uma investigação sobre os mecanismos e as estratégias de ascenção social de homens, com origens sociais mais ou menos obscuras, para quem o domínio da governação municipal constituiu um trampolim de mobilidade que os aproximou dos grupos nobiliárquicos que constituíam o seu horizonte social.

Power and Status in the Roman Empire, AD 193-284

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Book Series: Power and Status in the Roman Empire, AD 193-284 ISBN: 9789004203594 9789004211926 Year: Volume: 12 Pages: 320 DOI: 10.1163/9789004211926 Language: English
Publisher: Brill Grant: Nederlandse Organisatie voor Wetenschappelijk Onderzoek
Subject: History
Added to DOAB on : 2011-11-04 00:00:00
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Abstract

This book deals with changing power and status relations between the highest ranking representatives of Roman imperial power at the central level, in a period when the Empire came under tremendous pressure, AD 193-284. Based on epigraphic, literary and legal materials, the author deals with issues such as the third-century development of emperorship, the shift in power of the senatorial elite and the developing position of senior military officers and other high equestrians. By analyzing the various senior power-holders involved in Roman imperial administration by social rank, this book presents new insights into the diachronic development of imperial administration, appointment policies and socio-political hierarchies between the second and fourth centuries AD.

La República de sabios. Profesores, cátedras y universidad en la Salamanca del siglo de Oro

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Book Series: Historia de las Universidades ISSN: 1886-0710 ISBN: 9788413246246 Year: Volume: 53 Pages: 289 Language: Spanish
Publisher: Universidad Carlos III de Madrid. Figuerola Institute of Social Science History
Subject: Education
Added to DOAB on : 2020-04-09 13:03:55
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Abstract

In the year 1606, Gil González Dávila published one of the first books about the History of Salamanca. He spoke of the University as the "Republic of the wise men", a metaphor that described the importance of professors at that time. Precisely ‘The Republic of Sages. Professors, Chairs and University in the Salamanca of Golden Age’ is a monography that aims to draw the ins and outs of a group of intellectuals, the university professors, whose teaching life was developed at the time of greatest splendor of the Studio Salmanticensis. It is paradoxical that, despite having nurtured the international and timeless fame of the University of Salamanca, its faculty lacked a group study like the one now presented. Through historical research based on different sources and a double prosopographic and socioeconomic approach, the generation of professors between 1570 and 1600 is analyzed, although their projections are extended to other peninsular spaces and to a wider chronology, the reigns of Philipp II (1556-1598) and Philipp III (1598-1621). In short, this book seeks to explain the professor guild during the golden stage of the University of Salamanca, which, as alma mater, hosted and educated their children by providing the umbrella of a thriving institution. But, as in all families, relationships were not always harmonious; after all, although common features predominate, the stems are always different. In this sense, the faculty the University of Salamanca appears as a heterogeneous group that, however, is defined by its high academic background; a true "republic of wise men" whose diffuse voice in the past begins to be understood now.---En el año 1606, Gil González Dávila publicaba una de las primeras Historias de la ciudad de Salamanca. En ella hablaba de la Universidad como la “República de sabios”, una metáfora que describía la importancia del profesorado en ese momento. Precisamente La República de sabios. Profesores, cátedras y universidad en la Salamanca del siglo de Oro es una obra que pretende sacar los entresijos de un grupo de intelectuales, los profesores universitarios, cuyo desempeño docente se desarrolló en el momento de mayor esplendor del Estudio Salmantino. Resulta paradójico que, a pesar de haber nutrido la fama internacional y atemporal de la Universidad de Salamanca, su profesorado careciera de un estudio de grupo como el que ahora se presenta. A través de la investigación histórica basada en diferentes fuentes y un doble enfoque prosopográfico y socioeconómico, se analiza la generación de catedráticos entre 1570 y 1600, si bien sus proyecciones se amplían hacia otros espacios peninsulares y hacia una cronología más amplia, los reinados de Felipe II (1556-1598) y Felipe III (1598-1621). En definitiva, este libro pretende dar cuenta del gremio docente durante la etapa áurea de la Universidad de Salamanca, la cual, como alma mater, acogió y educó a sus hijos proporcionándoles el paraguas de una institución pujante. Pero, como en todas las familias, las relaciones no siempre eran armónicas; al fin y al cabo, aunque predominen unos rasgos comunes, los vástagos siempre son diferentes entre sí. En este sentido, el profesorado aparece como un grupo heterogéneo que, sin embargo, se define por su elevada formación académica; una verdadera “república de sabios” cuya voz difusa en otro tiempo comienza a entenderse ahora.

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